quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Qual a relação entre educação e informática?
Não é simplesmente instalando máquinas que a "escola: especial ou não" estará contribuindo para a educação de seus cidadãos. É preciso estabelecer algumas condições necessárias para que o computador se torne este instrumento valioso na formação do aluno:
1) O computador deverá ser utilizado como um instrumento auxiliar para o desenvolvimento integral do sujeito, e não apenas como armazém de informações disponíveis .
2) O computador é uma máquina que estende os poderes da inteligência humana, logo deverá ser utilizado como um instrumento para o próprio sujeito ampliar seu potencial intelectual.
3) O computador deverá ser utilizado como um instrumento capaz de auxiliar na mudança do ensino, entrando no sistema educacional para alimentar o processo de aprendizagem.
4) O computador deverá ser um instrumento social, permitindo a interação entre indivíduos, grupos e mesmo encurtando distâncias, possibilitando, assim, a troca entre grupos distantes no espaço e no tempo, favorecendo o aproveitamento imediato de múltiplas experiências. (Bossuet,1985).
O computador por si não atende ao objetivo de formar o "homem social" com que sonha a humanidade, o que formará o homem será a maneira como ele utilizará a máquina. Por isso, é preciso que os objetivos do uso de computadores na educação em geral e na educação especial siga uma filosofia educacional mais ampla que justifique sua aplicação.
Abordaremos o uso de computadores na educação a partir de uma perspectiva construtivista-interacionista. Desta forma, o computador deve ser usado como um instrumento de aprendizagem, onde o aluno atua e participa do seu processo de construção de conhecimentos de forma ativa, interagindo com o instrumento de aprendizagem.A partir dessas perspectivas o computador poderá assumir o lugar de aprendiz, deixando para o aluno o lugar de professor. Assim, o indivíduo vai aprender com seus próprios ensinamentos e descobertas. O aluno adquire conhecimentos a respeito de seu próprio pensamento, possibilitando que construa de melhor forma sua aprendizagem.
No nosso enfoque, é a informática que deve ser posta a serviço da educação e não o contrário. Não acreditamos que é à educação que cabe facilitar a entrada da informática no currículo, como muitos acreditam, e sim, é à informática que cabe auxiliar os processos educativos: é a máquina a serviço do bem estar do homem e não este um escravo dela.
Seguem alguns exemplos dos objetivos que podemos alcançar a partir do uso da informática na educação especial:
A - Promover a auto-estima.
B - Levar a criança a experimentar o sucesso.
C - Valorizar o erro como etapa necessária para o desenvolvimento humano.
D - Permitir que a criança construa seu próprio projeto refletindo suas vivências.
E - Apoiar o desenvolvimento cognitivo.
F - Promover o pensar sobre o próprio pensar.
G - Ampliar a capacidade de aprendizagem respeitando o ritmo da criança.
H - Desenvolver a criatividade.
I - Desenvolver a autonomia.
J - Desenvolver o trabalho cooperativo.
K - Usar o computador para objetivos determinados. L - Facilitar a integração interdisciplinar.
M - Desenvolver a linguagem.
É importante ressaltar que estes objetivos foram elaborados sob um referencial psicopedagógico, onde podemos observar o sujeito de forma global em suas múltiplas facetas.

Como já havíamos dito, não é o uso da máquina simplesmente que fará com que estes objetivos sejam alcançados; é antes de tudo, a postura educacional frente ao computador. É o facilitador trabalhando com seus alunos que criará condições para que estas objetivos sejam alcançados. Isto nos leva o outra questão: a formação do professor.
De nada adianta possuirmos computadores de última geração e programas moderníssimo se não sabemos como utilizá-los. O professor precisa ser reciclado e iniciado na informática educativa para que possa utilizá-la como um instrumento de ensino-aprendizagem.
Será desta forma que o computador poderá ajudar ao professor a se tornar um orientador do processo de aprendizagem, podendo dispor de meios para atender aos alunos de forma diversificada de acordo com suas necessidades.Acreditamos que o computador seja uma ferramenta de aprendizagem importante na educação, pois oferece um suporte, uma infra-estrutura para que se possa realizar coisas que em outros instrumentos não poderiam.
Autor: Sueli de Abreu Mesquita -Psicopedagoga, Professora e Diretora do CnotInfor Brasil

terça-feira, 26 de junho de 2007

quinta-feira, 21 de junho de 2007

COMPLEMENTAÇÃO PARA OFICINA DE BLOG.

COMO POSTAR UM RELÓGIO NO SEU BLOG


  • Logar no blog;
  • Clicar em Lay out,
  • Clicar em adicionar um elemento de página,
  • Clicar em adicionar funcionalidade de terceiros ou outro código a seu blog./ HTML/JavaScript ,
  • Abrir uma nova janela no navegador de internet no site. http://relojesweb.imitable.com/ ou outro site que você desejar.
  • Escolher um modelo de relógio,
  • Clicar sobre ele e selecionar e copiar o código que aparecer,
  • Voltar ao blog colar o código na janela do blog ,
  • Salvar
  • Visualizar o blog.

Você pode usar estes mesmo passos para acrescentar outros elementos que possuem códigos em html ou JavaScript

sábado, 2 de junho de 2007

terça-feira, 29 de maio de 2007

Um pouco da história do blog-Faça um comentário sobre a experiência de criar um blog educacional

Jorn Barger, autor de um dos primeiros FAQ - Frequently Asked Questions, foi o editor do blog original robotwisdom e concebeu o termo - "weblog" - em 1997, definindo-o como uma página da Web onde um diarista (da Web) relata todas as outras páginas interessantes que encontra. O blog de Barger tem uma aparência diferente dos atuais e ainda hoje mantém a mesma interface de quando foi criado. O termo foi alterado por Peter Merholz, que decidiu pronunciar "wee-blog", que tornou inevitável o encurtamento para o termo definitivo "blog". Rebecca Blood, pioneira no uso de blogs, relatou suas experiências, explicando que em 1999, os blogs eram distintos tanto em forma como conteúdo das publicações periódicas que os precederam (ezines e journals). Eles eram rudimentares em design e conteúdo, mas aqueles que os produziam achavam que estavam realizando algo interessante e decidiram ir adiante. Os blogueiros referenciavam entradas interessantes em outros blogs,normalmente adicionando suas opiniões. Créditos eram concedidos a um blogueiro individual quando outros reproduziam os links que este havia encontrado. Devido à freqüente interligação entre os blogs existentes na época, os críticos chamaram os blogueiros de incestuosos, que por sua vez sabiam que amplificavam as vozes uns dos outros quando criavam links entre si. E assim a comunidade cresceu. Os blogueiros pioneiros trabalharam para se tornar fontes de links para material de qualidade, aprendendo a escrever concisamente, utilizando os elementos que induziam os leitores a visitar outros sites.

O panorama mudou quando, naquele mesmo ano de 1999, diversas empresas lançaram softwares desenvolvidos para automatizar a publicação em blogs. Um destes softwares, chamado Blogger, apresentava enorme facilidade para publicação de conteúdo, e com a sua interface privilegiando a escrita espontânea, foi adotado por centenas de pessoas. O conhecimento tecnológico para manutenção de uma ferramenta para publicação na Web passou a não ser mais um requisito. A estrutura técnica era gerenciada pela empresa, que também oferecia a criação de blogs a custo zero, assim como os valores agregados: um item em um blog possui valor de produção irrisório comparado com o de um artigo veiculado na grande mídia. Essa adoção em massa, e a não utilização dos links como o elemento central da forma, causou controvérsia na comunidade original blogueira. Eles acusavam os blogs gerados pelos novos softwares de serem simplesmente diários, e não blogs – e o que representava os blogs “de verdade” eram os links. Alguns achavam que com a seleção criteriosa e justaposição de links, os blogs poderiam se tornar uma importante nova forma de mídia alternativa, agregando informações oriundas de diversas fontes, revelando diferentes pontos de vista e talvez, influenciar a opinião em larga escala – uma visão chamada “mídia participativa”.

Mas a mensagem passou a modelar o meio. No início de 2000, Blogger introduziu uma inovação – o permalink, conhecido em português como ligação permanente ou apontador permanente – que transformaria o perfil dos blogs. Os permalinks garantiam a cada publicação num blog uma localização permanente - uma URL – que poderia ser referenciada. Anteriormente, a recuperação em arquivos de blogs só era garantida através da navegação livre (ou cronológica). O permalink permitia então que os blogueiros pudessem referenciar publicações específicas em qualquer blog. Em seguida, hackers criaram programas de comentários aplicáveis aos sistemas de publicação de blogs que ainda não ofereciam tal capacidade. O processo de se comentar em blogs significou uma democratização da publicação, consequentemente reduzindo as barreiras para que leitores se tornassem escritores.

A blogosfera, termo que representa o mundo dos blogs, ou os blogs como uma comunidade ou rede social, cresceu em ritmo espantoso. Em 1999 o número de blogs era estimado em menos de cinqüenta; no final de 2000, a estimativa era de poucos milhares. Menos de três anos depois, os números saltaram para algo em torno de 2,5 a 4 milhões. Atualmente existem cerca de 70 milhões de blogs e cerca de 120 mil são criados diariamente, de acordo com o estudo State of Blogosphere[1]. O estudo revela que a blogosfera aumentou em 100 vezes nos três últimos anos e que atualmente ela tende a dobrar a cada seis meses. Esse aumento significativo no número de blogs ao longo dos anos, fez com que a grande mídia desse maior importância ao fenômeno: entre 1995 e 1999 apenas onze artigos jornalísticos sobre blogs foram publicados. No ano de 2003, estima-se que 647 artigos foram publicados.

Provavelmente a maior diferença entre os blogs e a mídia tradicional é que os blogs compõem uma rede baseada em ligações - os links, propriamente. Todos os blogs por definição fazem ligação com outras fontes de informação, e mais intensamente, com outros blogs. Muitos blogueiros mantêm um “blogroll”, uma lista de blogs que eles frequentemente lêem ou admiram, com links diretos para o endereço desses blogs. Os blogrolls representam um excelente meio para observar os interesses e preferências do blogueiro dentro da blogosfera; os blogueiros tendem a utilizar seus blogrolls para ligar outros blogs que compartilham os mesmos interesses.

jogo da memória
















quarta-feira, 16 de maio de 2007

Avaliação


Faça uma avaliação do curso até agora. Dê sugestões para que possamos melhor atender a suas expectativas.

Diário de aprendizagem na rede

O Blog ainda é novidade como recurso de aprendizagem, mas a linguagem é bem conhecida dos adolescentes, que o utilizam para publicar páginas pessoais, como os tradicionais diários.

Na sala de aula, serve para registrar os conhecimentos adquiridos pela turma, durante os projetos de estudo, sendo possível enriquecer os relatos com links, fotos, ilustrações e sons; Os professores acompanham e orientam as pesquisas abrindo novos canais de comunicação e incentivando, com isso, o convívio e aprendizagem das tecnologias envolvidas, convidando os alunos para criarem juntos o blog da turma.

Todo o processo - escolher o servidor, eleger e editar o visual, inscrever os participantes e decidir o nome e os “objetivos”do blog - pode ser feito coletivamente.

Se cada educando colaborar com o blog uma vez por semana, já serão várias novidades por dia; É bom lembrar que os servidores tiram do ar os blogs que ficam muito tempo sem atualizações.

E o educador? Ele também teria acesso aos blogs pessoais dos alunos, podendo sempre comentá-los tirar dúvidas e selecionar bons textos e temas de discussão para levar para a sala de aula. Deixando os alunos livres para criar, sem compromisso de resultado ou nota, o professor obtém o que há de mais valioso nessa relação, passando a conhecer a cabeça de seus alunos, seus sonhos, medos, desejos e interesses.

Tudo isso vale também para o professor, seja como for, levar o recurso de blogs para a escola pode representar um salto na capacidade de comunicação dos alunos. Convidados a se divertir, eles estarão exercitando a leitura, a escrita, o senso crítico e a familiaridade com a informática. Os blogs são um símbolo do caráter democrático e plural da internet.

Fonte: http://www.webeduc.mec.gov.br/webquest/index.php

Equipe

  • Cleusa
  • Regina Maria
  • Ricardo

Equipe

  • Cleusa
  • Regina Maria
  • Ricardo

Às vezes, nem tudo são festas...

Às vezes, nem tudo são festas...
mas com boa vontade e coragem chegamos lá...

Para você refletir: as coisas das quais você deve se arrepender são aquelas que nunca tentou

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professores falam sobre informática e educação

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